“ O Amor tem as suas razões, que a lógica não compreende, como o destino tem as suas ironias, que a razão não explica.”
Arthur Orlando
Razão 1 – Esclareço que te amo porque sinto uma necessidade profunda de amar carnalmente uma criatura terrestre. E tendo que amar alguma, entre tantas das mais diferentes espécies, escolhi, não sei por qual razão amar você.
Razão 2 – Torna-se semioticamente desnecessário dizer que todos os seres terrestres são seres inacabados, portanto, portadores de algum efetivo desvio de perfeição.
Razão 3 – Vale acrescentar que já sabendo de tais imperfeições, não pretendo transformá-lo num ser provido de perfeição. Se assim quisesse, teria procurado algum ser celestial pra dedicar algum tipo de sentimento que se assemelhasse a este que por hora a você é dirigido.
Razão 4 – Além dessas já citadas razões, existe esta que eu agora acabo de lembrar: te amar denota uma clara evidência de que não devo ter de te compreender.
Razão 5 – Nessa tradução das razões de te amar tanto assim me veio agora ao pensamento a ideia de que você é originalmente uma das criaturas terrestres mais complicada com que eu mantive contato nesses meus anos de vida, e que essa razão, talvez, seja um dos atrativos que mais me prende a esse sentimento que presentemente denomino amor.
Razão 7 – Ressalto, no entanto, que essas razões que foram descritas por não pretendem deixá-lo atribulado com os meus vãos sentimentos irracionais, embora “racionalmente” embasados. Amar-te é uma escolha minha e eu te deixo livre de qualquer responsabilidade por isso.
Razão 8 – Apesar da falta de delimitação ou de estratégias que identificam as possíveis razões para esse “querer-te tanto”, digo-lhe que sei de cor cada linha da tua boca (a qual eu adoro mais quando são preenchidas de beijo meus); o tamanho exato da palma de tuas mãos, que eu prefiro quando estão deslizando no meu corpo; o cheiro que exala da tua pele nua quando se encosta a minha.
Razão 10 – Enfim, eu te amo porque não existe outra criatura terrestre que me inspire mais amor carnal do que você. Ora, será que estas razões não são suficientemente boas para esclarecer-te sobre eu amor por você, criatura terrestre, imperfeita, “racionalmente” amada por mim? Parece-te razoável aceitar a ideia de que “te amo por que te amo”? Seja como for, meu amor por ti vai continuar assim por um bom tempo, pro resto da vida, talvez, quem sabe?
Razão 2 – Torna-se semioticamente desnecessário dizer que todos os seres terrestres são seres inacabados, portanto, portadores de algum efetivo desvio de perfeição.
Razão 3 – Vale acrescentar que já sabendo de tais imperfeições, não pretendo transformá-lo num ser provido de perfeição. Se assim quisesse, teria procurado algum ser celestial pra dedicar algum tipo de sentimento que se assemelhasse a este que por hora a você é dirigido.
Razão 4 – Além dessas já citadas razões, existe esta que eu agora acabo de lembrar: te amar denota uma clara evidência de que não devo ter de te compreender.
Razão 5 – Nessa tradução das razões de te amar tanto assim me veio agora ao pensamento a ideia de que você é originalmente uma das criaturas terrestres mais complicada com que eu mantive contato nesses meus anos de vida, e que essa razão, talvez, seja um dos atrativos que mais me prende a esse sentimento que presentemente denomino amor.
Razão 6 – Tal é a loucura de te amar que eu nem sei qual é o dia ou a hora do dia que menos penso em você. O tempo que passo pensando em ti até poderia ser contabilizado metodicamente por mim, mas seria exagero ter de te informar o resultado obtido.
Razão 7 – Ressalto, no entanto, que essas razões que foram descritas por não pretendem deixá-lo atribulado com os meus vãos sentimentos irracionais, embora “racionalmente” embasados. Amar-te é uma escolha minha e eu te deixo livre de qualquer responsabilidade por isso.
Razão 8 – Apesar da falta de delimitação ou de estratégias que identificam as possíveis razões para esse “querer-te tanto”, digo-lhe que sei de cor cada linha da tua boca (a qual eu adoro mais quando são preenchidas de beijo meus); o tamanho exato da palma de tuas mãos, que eu prefiro quando estão deslizando no meu corpo; o cheiro que exala da tua pele nua quando se encosta a minha.
Razão 9 – Eu te amo porque tenho o teu “sabor” guardado às sete chaves dentro da minha boca e este só eu posse descrever com a mais fiel perfeição.
Razão 10 – Enfim, eu te amo porque não existe outra criatura terrestre que me inspire mais amor carnal do que você. Ora, será que estas razões não são suficientemente boas para esclarecer-te sobre eu amor por você, criatura terrestre, imperfeita, “racionalmente” amada por mim? Parece-te razoável aceitar a ideia de que “te amo por que te amo”? Seja como for, meu amor por ti vai continuar assim por um bom tempo, pro resto da vida, talvez, quem sabe?

Um comentário:
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